Buscando Alternativas para o Parkinson? Saiba Mais sobre DBS

Postado em: 14/07/2025

Quando o tratamento com medicamentos começa a perder o efeito, ou os sintomas da doença de Parkinson ficam mais difíceis de controlar, é natural buscar alternativas. Uma dessas possibilidades é o DBS (Estimulação Cerebral Profunda)

Buscando Alternativas para o Parkinson_ Saiba Mais sobre DBS

Se você já ouviu falar no procedimento, mas ainda tem dúvidas sobre como funciona, este artigo é para você!

O que é o DBS e por que ele é uma alternativa relevante?

ODBS é um procedimento cirúrgico indicado para tratar sintomas motores da doença de Parkinson que já não respondem bem à medicação. 

Ele consiste na implantação de eletrodos em áreas específicas do cérebro, responsáveis pela regulação dos movimentos. 

Esses eletrodos são ligados a um pequeno gerador, semelhante a um marca-passo, que fica implantado sob a pele, geralmente na região do tórax.

O grande diferencial do DBS é que ele não destrói o tecido cerebral e permite ajustes ao longo do tempo. 

Os estímulos elétricos são modulados conforme a necessidade do paciente, oferecendo um controle mais fino dos sintomas e possibilitando redução nas doses de medicamentos.

As principais vantagens do DBS incluem:

  • Melhora significativa dos sintomas motores, como rigidez e bradicinesia;
  • Redução das flutuações motoras e das discinesias causadas por levodopa;
  • Possibilidade de diminuir a carga de medicamentos e seus efeitos colaterais;
  • Melhora na autonomia e na qualidade de vida em longo prazo.

É uma alternativa especialmente indicada para pacientes com boa resposta anterior à levodopa, mas que enfrentam instabilidade nos horários de efeito da medicação ou reações adversas intensas.

Agende uma consulta para conversarmos pessoalmente sobre essa alternativa!

Quem pode se beneficiar do DBS?

Nem todos os pacientes com Parkinson são candidatos ao procedimento. 

A indicação depende de uma avaliação minuciosa feita por uma equipe multidisciplinar, que considera fatores como:

  • Tempo de evolução da doença (geralmente mais de 4 anos).
  • Presença de flutuações motoras e discinesias difíceis de controlar.
  • Ausência de demência significativa ou transtornos psiquiátricos graves.
  • Boa resposta à levodopa nos primeiros anos de tratamento.
  • Capacidade de aderir ao acompanhamento pós-operatório.

Essa avaliação envolve exames de imagem, testes cognitivos e uma simulação do período “off” da medicação, para entender a real gravidade dos sintomas motores.

Convido você a marcar um horário para fazermos uma avaliação inicial!

Como é o acompanhamento após o DBS?

O acompanhamento pós-operatório é tão importante quanto a cirurgia. 

Após a implantação, o neurologista faz o ajuste da programação elétrica e adapta a dosagem dos medicamentos conforme a resposta clínica do paciente.

O DBS é uma alternativa que devolve controle e liberdade.

Se você está enfrentando limitações com os medicamentos e quer explorar mais opções, venha conversar! Entre em contato e agende seu horário!

Dr. Rubens Cury
Neurologista Especialista em Parkinson
Professor Livre-docente da Universidade de São Paulo
CRM-SP: 131.445
RQE: 64.840

Leia também:

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